estou fazendo memória com a letra do seu nome em quartos no submundinho da consciência. sequer sabia o seu verdadeiro nome até um dia desses. confesso eu fico também meio trêmula meio nervosa de dar de cara com esses olhos miúdos e acontecer os versos de um poema: desejar morar em casa que não é nossa. entrar em luta corporal com o próprio corpo, fazendo arrodeio para não olhar direto e bem fundo nessa direção onde os pratos certamente vão se desequilibrar.
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